sexta-feira, 27 de maio de 2011

A Teoria da Cauda Longa

O mercado de massa tende a perder espaço para os mercados de nichos.

Chris Anderson, editor-chefe da revista amerivana Wried, consiste em evidenciar o fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais hits populares entre a massa. Isso tornou-se possível a partir do advento da internet, já que a inexistência de limitação do espaço físico para a exibição de produtos, faz com que os mercados de nichos sejam explorados da mesma forma que o mercado de massa. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o não hit acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos sucessos do momento. Saber Explorar isso tem feito empresas como Google e Amazon, virem crescendo significativamente como nos é evidente, tornando-se as gigantes da nova era.  

(modelo da "Cauda Longa")

Essa teoria veio a abrir novos horizontes para a publicidade, fazendo-a enxergar que produtos e serviços podem ser promovidos de maneira incisa ao seu público alvo. Assim o consumidor  passa a dar a devida atenção as mensagens que realmente o interessam dentre as que lhe são bombardeadas  em grande quantidade todo o tempo. A nova forma de comunicar leva o interlocutor a interagir e participar junto a mensagem ou produto que lhe é ofercido, tornando-se este o novo modelo de consumidor e a comunicação de nichos a forma mais eficaz da qual a publicidade atualmente dispõe.   

Mônica Moraes, estudante de Publicidade e Propaganda - Unibrasil

Radio Nos dias Atuais

Comecei a trabalhar em Radio há oito meses e pude notar a importância desse veículo durante este tempo, ao contrário do que dizem não acho que a Radio vai "morrer", porém as mudanças serão inevitáveis.
O Rádio de outrora tinha a magia e o encantamento, até mesmo por ser novidade, com o tempo começaram a surgir varias Rádios com segmentos diferentes, e logo se estabeleceu a concorrência. Não demorou muito para o mundo virtual fazer a cabeça das pessoas. Nesse mundo, que tudo é possível, fácil e rápido. O tempo parece uma pedra preciosa que ninguém quer e pode perder hoje em dia. Várias culturas foram deixadas ao léu, porque falta tempo.
As pessoas ainda escutam Radio, podemos perceber no Ibope, mas o ouvinte está cada vez mais seletivo mais informado e não é fiel a uma Emissora como antigamente, escuta todas as Rádios que puder, quando entra o comercial ele muda de Estação. Esse é um ponto crucial para a inovação e permanência da Rádio no mercado, o ouvinte não quer 2 minutos de comercial, a não ser que a Emissora forneça prêmios interessantes, bem interessantes e criativos, diga-se de passagem. Outra saída para essa questão são os testemunhais, eles dão conta de inserir a propaganda, sem recorrer aos intervalos comerciais. 
Escutamos Radio no carro, lavando o carro, limpando a casa, estudando... Essa cultura esta longe de acabar. Afinal enjoa ouvir o mesmo CD remetidas vezes!

Jessica Carvalho, estudante de Publicidade e Propaganda - Unibrasil

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aprendendo a função das Redes Sociais


Faço estágio em uma Escola que age como entidade filantrópica, ou seja, sem fins lucrativos. Uma das funções que eu deveria desempenhar era a de criar redes sócias visando buscar parceiros e colaboradores que obtivessem interesse em ajudar a escola. Pois bem criei uma conta do orkut, facebook e twitter. Porém eu nunca havia lidado com redes sociais sem ser para o meu uso pessoal e acabei cometendo alguns erros (reparáveis).

Dentro do contexto da escola pensei que a melhor ferramenta seria o orkut. E descobri que eu estava completamente enganada, muitas pessoas não utilizam mais o orkut e as poucas que ainda utilizam é para seu uso pessoal. Aqueles que se interessaram pelo orkut foram os pais dos alunos, ex-alunos, e alguns amigos da escola. Essas pessoas já conheciam a escola isso significa que não obtive sucesso e essa não foi a ferramenta certa para atingir o objetivo.

Depois resolvi tentar o twitter, outro erro. Descobri que as pessoas não estavam interessadas no que eu tinha a dizer, pois ninguém me conhecia. E ninguém quer saber sobre algo que não é do interesse ou desconhecido ainda mais quando se trata de uma entidade. Essa definitivamente ainda não era a ferramenta certa.

Foi então que me empenhei em criar o facebook, e foi ai que comecei encontrar o que estava procurando, empresas querendo divulgar e colaborar, troca de informações, eventos, popularidade etc. As pessoas e/ou empresas queriam mostrar seu trabalho e ao mesmo tempo conhecer o trabalho da escola. Ainda existe a facilidade de poder se tornar conhecido freqüentando o evento destas pessoas e os comentando no facebook e trazer isso como ponto positivo pra você.

Através do facebook consegui aumentar o índice de popularidade, a credibilidade e alcancei o objetivo de encontrar novos parceiros e colaboradores para escola.

 Como dito no 1º parágrafo nunca havia lidado com redes sócias tendo que se preocupar como pessoa jurídica e não física. E como é errando que se aprende, percebi que a função do twitter é usá-lo para contar noticias, se comunicar. O orkut é para uso pessoal e direto de pessoas que freqüentam ou freqüentaram a escola. O facebook é comercial usado para se tornar conhecido e reconhecido.

Sem essas ferramentas inúmeras pessoas que hoje interagem e colaboram com a escola jamais teriam o conhecimento da sua existência e não poderiam se tornar parceiros. Depois do uso adequado destas a instituição pode crescer e contribuir mais com a comunidade que depende dela.

                                                     July Schneider, estudante de Públicidade e Propaganda (UniBrasil)